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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Haja cinismo (115)

"A presidente Dilma tem tanta responsabilidade com o equilíbrio fiscal do país que alguns dos vetos poderiam até não interferir de imediato, mas o impacto futuro é muito grande. Nós vamos quebrar o país? Em um momento como este, nós temos que dialogar bastante, principalmente, com as forças políticas que têm responsabilidade. Ninguém quer tocar […]

Source: Augusto Nunes | VEJA.com

Seja bem-vindo à frente oposicionista quem tiver compreendido, não importa quando, que é preciso combater o bom combate

Leitores da coluna reagiram com indignação a uma notícia que decerto expandiu a epidemia de insônia que grassa no clube dos cafajestes no poder: a portentosa frente oposicionista acaba de incorporar duas figuras exemplarmente íntegras. Aos 93 anos, o jurista Hélio Bicudo, antigo expoente do PT, alvejou Dilma Rousseff com o mais sólido pedido de […]

By: Augusto Nunes | VEJA.com

Defensora pública criticada no episódio do arrastão doou R$ 200 à campanha do petista Alessandro Molon

O nome da defensora pública criticada no recente episódio do arrastão no Rio de Janeiro aparece na lista de doadores da campanha de 2014 de Alessandro Molon (PT-RJ), eleito deputado federal. Como se pode ver nos prints abaixo, Eufrásia Maria Souza das Virgens doou R$ 200 ao petista, que, assim como ela – e junto com ela -, […]

Credit: Felipe Moura Brasil

Não é só viagem de 'coxinha' a Miami, não! Dólar alto encarece a coxinha também!

O valor do dólar acima de R$ 4,00 em decorrência do desgoverno de Dilma Rousseff não encarece apenas viagens internacionais, mas também uma série de produtos relevantes no dia a dia do consumidor. O UOL apontou alguns deles, que divido abaixo por categorias, acrescentando dados tragicômicos: Importados: – azeites; – vinhos; – peixes (como o bacalhau); – celulares, como […]

Source: Felipe Moura Brasil

O impeachment é o limite? Dólar sobe 2,28% e atinge novo recorde: R$ 4,14

Na VEJA.com: O dólar teve nesta quarta-feira seu maior avanço em três semanas e encostou em 4,15 reais, apesar da pesada ofensiva do Banco Central (BC), que fez quatro intervenções no mercado de câmbio para tentar conter a valorização. A alta no dia foi de 2,28%, a 4,14 reais, novo patamar recorde de fechamento da […]

Original: Reinaldo Azevedo | VEJA.com

Dólar vai bater R$ 5,00 ?


Definitivamente, a crise política e econômica se instalou no País. Na prática, existe um processo de pedido de impeachment da presidente Dilma pronto para ser detonado. A Dilma sabe. O Lula sabe. O PT sabe. Os partidos da base aliada sabem.  A presidente Dilma vai ser cassada até o final do ano. Os partidos da oposição estão com opção de escolha entre várias possibilidade. 

O mercado financeiro já sentiu isto. A prova disto é que o dólar vem batendo recorde de altas. Hoje, o dólar fechou a R$ 4,13, muito acima da cotação do "efeito Lula" em 2002, decorrente das eleições presidenciais daquele ano. O mercado temia que o Lula poderia não seguir a política "neo-liberal" do FHC. Temia-se que o Lula poderia acabar com a estrutura do Plano Real.

Decorrido 13 anos, o mesmo fenômeno acontece. O problema hoje, é a política econômica desastrada da Dilma. Os ajustes fiscais propostos pelo ministro Joaquim Levy e aprovados pelo Congresso Nacional estava a retomar a credibilidade da Dilma. Mas, a presidente Dilma cometeu o equívoco imperdoável, mandou o Orçamento Fiscal de 2016 com "déficit primário", exatamente o contrário que o ministro Joaquim Levy estava a prometer ao mercado financeiro internacional.

A consequência foi imediata, a agência de classificação de riscos Standard Poor's, rebaixou a nota do Brasil para o "grau de especulação". A presidente Dilma tentou consertar, com atraso, enviando o Orçamento Fiscal de 2016, "transparente" (sic) mas piorou a situação. Para o equilíbrio do Orçamento Fiscal, ao invés de cortar gastos, a Dilma propõe ajustamento para mais, alguns impostos e contribuições. Pior, Dilma propõe recriar a CPMF.

Diante de tantas notícias ruins, o mercado financeiro internacional acredita que outras agências de classificação vão rebaixar a nota para o "grau de especulação". Com duas notas de "grau de especulação" algumas instituições estrangeiras como fundos de pensão, são obrigados a retirar as aplicações em títulos brasileiros, sobretudo do Tesouro Nacional.

A fuga de capital estrangeiro do País, faz o dólar disparar no mercado, apesar da intervenção do Banco Central tentando segurar o dólar. Por enquanto, o Banco Central está intervindo no mercado de câmbio, vendendo o dólar à futuro, para tentar segurar a cotação. O mecanismo de intervenção do Banco Central, ao contrário do objetivo imaginado pelo Banco, cria desconfiança no mercado financeiro, provocando instabilidade maior ainda. 

Em algum momento, poderá o dólar bater a cotação de R$ 5,00, mas isto é apenas especulativo. Quanto o Congresso Nacional efetivamente cassar o mandato da Dilma, o dólar vai voltar no patamar de R$ 4,20. Vai quebrar a cara quem vai apostar na cotação de R$ 5,00 como de estabilidade.

Ossami Sakamori










Hat Tip To: Ossami Sakamori BlogSpot.com

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Source: Augusto Nunes | VEJA.com