Sobrevivi ao regime militar, milagre brasileiro, morte de Tancredo, plano Collor e vou sobreviver ao PT: #ForaPT Leia por sua conta e risco @Hellblazer2014
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Maluquice tem limite
"É lenda. Nunca houve convite para que fosse secretária no Maranhão". (Flávio Dino, governador do Maranhão, garantindo que nem um político filiado ao PCdoB é suficientemente insensato para premiar Dilma Rousseff com um emprego no secretariado estadual)
Valentina de Botas: Radicais de qualquer campo ideológico se igualam na escrotice
Era mar que era ilha, a de Itamaracá, cercada de horizontes por toda a parte, bordados de umas garcinhas azuis e brancas, quando vi o mar pela primeira vez. Lá em Itamaracá, no meu Pernambuco, na casa perfumada de cajus da tia Ninha que vai completar logo mais 85 anos de tanta doçura. A irmã […]
Origin: Augusto Nunes | VEJA.com
Faz sentido
"Não tem sentido darem o golpe que deram neste país e deixarem o PT livre para disputar com eles nas próximas eleições". (Lula, numa reunião com a bancada do PT na Câmara dos Deputados, concordando com milhões de brasileiros para os quais o PT inteiro merece uma temporada na cadeia)
Hat Tip To: Augusto Nunes | VEJA.com
Com Trump, Brasil continuará sendo a "titica de galinha".
Donald Trump será o novo presidente eleito dos Estados Unidos à partir do dia 20 de janeiro do próximo ano. O resultado contrariou a projeção de todas pesquisas de opinião, de véspera. Tanto aqui no Brasil como nos Estados Unidos, as pesquisas de opinião não garante o resultado das eleições. O que conta é o voto depositado pelo povo nas urnas. A Rede Globo errou feio na sua torcida, como de costume.
Ideologicamente, o Partido Democrático está mais para esquerda do que o Partido Republicano que é considerado conservador pelo povo americano. Ideologicamente, como o brasileiro entende, a Hilary Clinton representa a esquerda americana e o Donald Trump está mais para direita. A democracia americana funciona há dois séculos, sem interrupção, elegendo os sucessivos presidentes. Nada se compara a democracia americana com a democracia brasileira.
Não, não haverá catástrofe com a eleição do Donald Trump para presidente dos Estados Unidos. A estrutura do Estado americano é, sozinha, maior que 1 e 1/2 PIB brasileiro. Para comparação, o PIB americano é cerca de 10 vezes o PIB brasileiro. Lá não é como cá, que um novo presidente vai impondo à sua vontade, mudando até Constituição da República para adaptar às suas necessidades. Não haverá uma PEC 241 para mudar a Constituição americana, nem tão pouco Medidas Provisórias de iniciativa da presidência da República. Está longe de acontecer, o aparelhamento do Estado através dezenas de milhares de "cargos comissionados" na estrutura do Estado americano, como que acontece no Brasil.
O mercado financeiro está "apavorado" com as medidas protecionistas que o novo presidente Donald Trump diz tomar, nos seus discursos de campanha. Para quem tem pouca familiaridade com o mercado financeiro global, pode achar que não é fácil assimilar a mudança que o presidente Donald Trump vai implementar nos próximos 4 anos. Vamos acalmar os investidores. Nos Estados Unidos não tem Medidas Provisórias para mudar regulação do mercado financeiro e de investimentos, no curto espaço de tempo.
Haverá turbulência no mercado financeiro, no curto prazo. Perderá ou ganhará dinheiro quem está no mercado especulativo. O mercado financeiro (Bolsa) estará como diabo gosto. Que se cuidem os amadores! No curto prazo, é de prever que haverá queda nas cotações de papeis da Bolsa de Valores, no Brasil e do mundo. Também, poderá haver no curto prazo, a alta do dólar (real desvalorizado). Até a posse do presidente Donald Trump o mercado financeiro estará à gosto do especulador financeiro. Depois, tudo se acalma. Os amadores que fiquem fora da especulação.
É pouco provável que o "efeito Donald Trump" termine numa nova crise financeira mundial como à de 2008. Não há razões para que haja guinada radical na condução da política econômica dos Estados Unidos, mesmo com o Donald Trump na presidência da República. Pelo contrário, os Estados Unidos deverão experimentar um novo período de crescimento sustentável.
O "efeito Donal Trump" para o Brasil poderá fazer-se sentir com as novas medidas protecionistas, o que não é novidade para os exportadores brasileiros. Infelizmente, o Brasil é como o "pau de galinheiro" de sucessivos governos americanos, independente do presidente ser democrata ou republicano. Brasil não estará na escala de prioridade para o Donald Trump, como nunca esteve na prioridade de nenhum outro presidente americano.
Com Donald Trump, o Brasil continuará sendo a "titica de galinha".
Ossami Sakamori
Credit: Ossami Sakamori Blogspot
Eliane Cantanhêde: A regra do jogo
Publicado no Estadão Em sua longa e inédita entrevista a Fausto Macedo e Ricardo Brandt, no Estado, o juiz Sérgio Moro foi simples, cauteloso, mais preocupado em dar sua versão da Lava Jato ao País do que ostentar erudição para seu público interno ou fazer provocações incabíveis aos alvos das investigações e sentenças. Não personificou […]
Origin: Augusto Nunes | VEJA.com
TRUMP surpreende e leva a presidência dos Estados Unidos
Estou ao vivo no Jornal da Manhã, na rádio Jovem Pan, comentando esta e outras notícias do dia. No primeiro discurso do republicano que cultivou o confronto e apostou na segregação durante toda campanha, a água virou uma pomba, e falou em união do país. Aquele que realmente prometia expulsar os imigrantes nos Estados Unidos, […]
Origin: Reinaldo Azevedo | VEJA.com
Me engana que eu gosto (421)
"Não sou e nunca fui militante partidário. Porém, concordo com Tarso Genro e Fernando Haddad de que é passada a hora de o PT fazer autocrítica, avaliar seus erros e redefinir seus objetivos e prioridades numa nova estratégica programática. Caso contrário ele corre o risco de sofrer, em 2018, o abalo do mesmo tsunami eleitoral […]
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