Credit: Augusto Nunes | VEJA.com
Sobrevivi ao regime militar, milagre brasileiro, morte de Tancredo, plano Collor e vou sobreviver ao PT: #ForaPT Leia por sua conta e risco @Hellblazer2014
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Dupla perigosa
"A realidade econômica evoluiu de maneira imprevisível para todos os analistas. Quem projetava um impacto de redução de commodities, aumento do dólar, de mudança do quadro econômico do jeito que aconteceu no final de 2014? Essa realidade é que gerou a necessidade de mudança de meta que foi acatada pelo Congresso e em 31 de dezembro […]
J. R Guzzo: Coquetel de formicida
Publicado na versão impressa de VEJA J.R. GUZZO Este país, a cada dia que passa, vai se tornando um competidor favorito na disputa do Campeonato Mundial das Discussões sem Pé nem Cabeça. A contribuição mais recente das nossas altas autoridades para esse novo título nacional é o palavrório enfezado, tolo e pretensioso que se armou […]
Urge. Ou a Dilma sai ou saímos com a Dilma!
A economia não é como matemática que 2 + 2 dá igual a 4. Se fosse assim, não haveria crise financeira em qualquer parte do mundo. Há componentes subjetivos que influem na evolução do quadro da economia do País. O principal componente é a "credibilidade" do principal dirigente do país, seja primeiro ministro ou presidente da república, conforme regime parlamentarista ou presidencialista. O Brasil não foge à regra.
Este blog tem acertado nos prognósticos dos indicadores econômicos do Brasil. Este blog veio alertando os leitores do provável quadro que iria deparar a economia do Brasil, desde 15 de fevereiro de 2012, data da abertura deste. A alerta que este blog fez, não foi somente pela política econômica equivocada da presidente Dilma, mas foi levado em consideração sobretudo o comportamento arrogante e "dona" da verdade sobre visão do mundo.
Deu no que deu. Primeiro, a presidente Dilma teve que admitir que a sua política econômica "anti-cíclica" do primeiro mandato estava alicerçada em bases falsas. Mentiu para ganhar a eleição para o segundo mandato. No segundo mandato, vem praticando política econômica "sem rumo". É uma política econômica "pendular" que não sabe se vai para o lado do ministro de Planejamento Nelson Barbosa ou para o lado do ministro Joaquim Levy da Fazenda.
Quando a presidente Dilma mandou o Orçamento Fiscal de 2016 com "déficit primário" de R$ 30,5 bilhões, contrariando a própria Lei de Responsabilidade Fiscal, tocou sinal de alerta no mercado financeiro internacional e especificamente nas agências de classificação de riscos. Dilma atendeu o lado do Nelson Barbosa, enquanto o ministro da Fazenda fazia périplo nos centros financeiros internacionais pregando a austeridade fiscal com "superávit primário".
O fato é que a "m... " já estava feita. A agência de classificação de riscos Standard & Poor's rebaixou a nota de classificação do Brasil e das empresas brasileiras com exposição em moeda estrangeira no mesmo "grau de especulação". Para encurtar a conversa, o Brasil e as principais empresas passaram o conceito de "bom pagador" para "mal pagador". Agora, não adianta tentar consertar. Quem faz "m... " terá de sentar em cima.
O que a nota de classificação de riscos tem a ver com a população? Tem tudo a ver. O dólar vai subir para além de R$ 4,20 até o fim do ano. Dólar subindo deve aumentar o preço da gasolina. Aumentando preço da gasolina a inflação vai romper os 10% ao ano. Inflação aumentando os juros sobem. Os juros subindo, diminui o consumo. Diminuindo o consumo desaquece a indústria. Desaquecendo a indústria haverá desemprego. Havendo o desemprego, diminui o consumo.
Diminuindo o consumo o governo arrecada menos. Governo arrecadando menos, agrava ainda mais a situação fiscal que originou o rebaixamento da classificação de riscos. Criou-se o "círculo vicioso". Neste quadro, só tem uma saída. A saída para esta situação é mudar o comando do País para uma pessoa minimamente probo e capaz.
Pró impeachment <~~~ Acesse e assine a petição.
Ossami Sakamori
@SakaSakamori
Diminuindo o consumo o governo arrecada menos. Governo arrecadando menos, agrava ainda mais a situação fiscal que originou o rebaixamento da classificação de riscos. Criou-se o "círculo vicioso". Neste quadro, só tem uma saída. A saída para esta situação é mudar o comando do País para uma pessoa minimamente probo e capaz.
Pró impeachment <~~~ Acesse e assine a petição.
Ossami Sakamori
@SakaSakamori
Original: Ossami Sakamori BlogSpot.com
Risco país do Brasil dispara e retorna a níveis de 2009
Na VEJA.com: O risco país do Brasil, medido pelo indicador CDS – instrumento financeiro que funciona como um seguro contra calote -, atingiu 400 pontos nesta sexta-feira, o maior nível desde 9 de março de 2009, quando chegou a 410 pontos. Naquela época, o mundo vivia os desdobramentos da crise hipotecária americana e a alta […]
Original: Reinaldo Azevedo | VEJA.com
A desculpa estupefaciente de Adams para tentar livrar a cara de Dilma no TCU
Quando nada mais há a dizer, qualquer coisa serve. É o que orienta a ultima parte da defesa que o advogado geral da União, Luís Inácio Adams, faz da presidente Dilma Rousseff, enviada ao Tribunal de Contas da União. A penúria intelectual do governo chega a ser, por si, escandalosa. Sabem com que Adams justificou […]
Original: Reinaldo Azevedo | VEJA.com
Estadista paraguaio
"Era um momento em que a economia brasileira não estava bem, um momento muito difícil, que qualquer ministro da Fazenda, de qualquer país do mundo, iria dizer que não poderia fazer o programa porque não tinha dinheiro. Eu então resolvi que era exatamente naquele instante que nós tínhamos que dar o exemplo da inclusão dos […]
Para que serve um Prêmio Nobel de Economia?
Recordar é viver – e também o maior desespero da esquerda, que louva a amnésia coletiva como mecanismo de sua própria sobrevivência política. O que seria da esquerda se as pessoas tivessem mais memória? A idolatria ao fracasso é sua marga registrada, e por isso ela precisa tanto do esquecimento daquilo que foi dito ontem. […]
Original: Rodrigo Constantino
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